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Mitos e verdades sobre calor e frio em recém-nascidos

 

Quando o bebê chega ao mundo, os adultos “nascem” de novo, desta vez como pais. As adaptações são muitas e saber o que é certo ou errado nem sempre parece simples. Por isso, como profissional da Primeira Infância, a sua ajuda para papais e mamães entenderem os “mistérios” que envolvem o recém-nascido é muito valiosa. Compartilhe com eles estes mitos e verdades relacionados ao clima e aos primeiros dias de vida do bebê.

Até quando a criança é considerada recém-nascida? Segundo especialistas, vinte e oito dias é o tempo para ela se adaptar ao ambiente externo, porque ainda sofre com ardor nos olhos, os pulmões doem, o barulho e o frio incomodam. É o período necessário para que “se torne” um bebê.

Os pais, por outro lado, também “sofrem”. Não sabem, ainda, decifrar, por exemplo, os tipos de choro. Será que a criança está com frio? Ou ela, na verdade, sente muito calor? Para ajudá-los, adaptamos algumas explicações de especialistas, publicadas no portal UOL , sobre os cuidados com a criança nas baixas e altas temperaturas.

Bebês sentem muito mais frio do que os adultos. MITO – Não é bem assim. Superagasalhar o bebê, que é uma tendência comum, deve ser evitado. Eles sentem mais frio, mas não tanto como se imagina. O ideal é colocar mais uma camada de roupa além da que a gente normalmente usa.

Pés e mãos gelados. O bebê está com frio. NEM SEMPRE – É frequente os adultos sentirem se a criança está gelada tocando pés e mãos. Não é a melhor maneira, porque normalmente eles são mais frios mesmo. O ideal é sentir a temperatura no tronco e cabeça do recém-nascido. A temperatura ambiente muito fria pode diminuir as batidas cardíacas e o açúcar no sangue do bebê, gerando certo mal-estar. Lábios roxos ou pálidos e tremor constante indicam que o pequeno está com frio.

O bebê está mais chorão e avermelhado. É porque sente calor. VERDADE – Quando o calor bate, o comportamento do bebê muda. Ele fica “chatinho”, chora muito, sua, pode ter vermelhidões e brotoejas. Então é preciso refrescá-lo, diminuindo a quantidade de roupa e dando um banho morninho. O cuidado é importante porque muito calor pode causar desidratação e febre. Mas nada de exagerar na quantidade de banhos. Para o recém-nascido, o ideal é até três ao dia, sendo que em apenas um deve-se usar sabonete, que resseca a pele delicada do bebê.

No calor, melhor dar banho frio. MITO – Nem pensar! Banhos frios são totalmente contraindicados em recém-nascidos, inclusive quando estão com febre. O efeito é contrário, ou seja, a temperatura corporal sobe mais ainda. Além disso, a água fria gera desconforto ao bebê. Jatos de ar frio também não devem ser lançados no recém-nascido, de jeito nenhum.

No frio, agasalhe bem o bebê ao amamentar. MITO – Outra “regra” que não vale. O corpo da mãe já tem a temperatura ideal para aquecer o bebê. Por isso, nada de casacos, luvas e gorros na hora da amamentação, que em si também gera calor.

Fonte: http://desenvolvimento-infantil.blog.br/mitos-e-verdades-sobre-calor-e-frio-em-recem-nascidos/

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